Blog temporal de Banco Común de Conocimientos

Acciones y estrategias de intercambio de conocimentos y educación mutua

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Encontros com paradigmas em Barcelona

June 25th, 2008 · No Comments

Jornadas 3, 4 e 5 Abril BCC BCN

Apesar da sua usurpação pelos marketeers o fenómeno de inovação não está reservado aos produtos e processos inseridos numa economia de mercado, nem sempre tem por objectivo gerar lucro. E por sua vez a inovação chamada social não se limita a desenhar soluções para os problemas sociais politicamente correctos como as desigualdades, o desemprego, a exclusão ou o envelhecimento da população. Infiltra-se em áreas mais incómodas e pouco liberadas como a propriedade intelectual, a produção alimentar, a publicidade, a educação, a saúde e mesmo a ciência e os modelos de mercado.

Numa altura em que os alimentos frescos se tornam proibitivamente caros, que não sabemos o que flutua no ar ou brota na nossa comida, que os recursos naturais estão irremediavelmente debilitados e o consumo é confundido com cidadania, a reinvenção das nossas maneiras de comunicar, aprender, produzir, trabalhar e viver torna-se uma questão de sobrevivência. Esta reinvenção, este uso desregulamentado da nossa capacidade criativa, está a nascer, como qualquer revolução, nos grupos não alinhados dentro da nossa sociedade: ONG’s, universidades públicas, associações e movimentos cívicos e profissionais sem patrão.

Mas mais interessante ainda é que crescentemente podemos observar inovação social em iniciativas eminentemente grassroots, sem intelectualismos, em associações de moradores, grupos de minorias com problemas partilhados e acções espontâneas de defesa do bem comum. (Já referi aqui um exemplo de um modelo socio-económico inteligente Telemadre). (..)

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Um sentimento de pertença – cidade encontra campo

June 25th, 2008 · No Comments

Quarta-feira, 14 de Maio 2008

No Domingo passado, a meio da Primavera, provou-se de que não é só de couves portuguesas que é feita uma horta urbana em Lisboa.

O dia comunitário na horta popular da Graça começou já na semana antes, com um percurso a pé pelos bairros da Graça, Mouraria e Alfama, para afixar cartazes alegres nos cafés e lojas, e sempre que possível divulgar pessoalmente a iniciativa a moradores curiosos. Outros tantos voluntários recolheram madeiras usadas de todo o tipo, tintas, pregos, ferramentas, cercas e ainda corda para baloiços.

Sábado abriu-se oficialmente a oficina de construção de mobiliário urbano reciclado, uma iniciativa que se pretende prolongar no tempo. Paralelamente arrancaram os trabalhos de criar caminhos pela horta, delinear as zonas de cultivo, identificar as cerca de 35 variedades de plantas com plaquinhas de madeira, desimpedir as entradas e limpar (mais uma vez) estes 1000 m2 de terreno que sofreram anos de maus-tratos. No próprio dia da festa a azáfama começou logo pela manhã, com uma excelente adesão para concluir os trabalhos de embelezamento do terreno e de preparação da festa a tempo de receber os participantes para as tertúlias da tarde. Às 15 horas duas mesas, vários bancos, dois baloiços e uma escadaria fantástica escavada na terra e reforçada com madeira a descer pela horta tinham metamorfoseado o local num pedaço de campo autêntico onde só faltava correr uma ribeira. Junto dos caminhos novos, entusiastas plantaram rebentos de oliveiras, amendoeiras e pessegueiros.

Apesar do tempo instável criou-se um espaço agradável por baixo dos pinheiros onde o Arq. Gonçalo Ribeiro Telles, a Raquel Sousa (Eng. Agrónoma, Ambiência), o Fernando Pires (horticultor e sócio-produtor da Biocoop) e a Raquel Leitão (Gaia, Grupo da horta da Graça) partilharam os seus conhecimentos e experiência sobre hortas urbanas com moradores e interessados. Conversou-se sobre as raízes rurais de Lisboa, os corredores verdes - que estão numa fase crucial de formalização e incluirão hortas -, a componente biológica das hortas urbanas, exemplos de cidades lá fora que já tiram 30% do seu consumo de frescos das suas hortas, a vertente social, comunitária e pedagógica, a necessidade de criar massa crítica envolvendo os moradores e os aspectos técnicos a ter em conta na manutenção de uma horta. Os momentos expositivos intercalados com momentos de perguntas e debate, deram espaço a vários moradores para exporem as suas sugestões de melhoria da horta popular da Graça. Estes assinalaram a importância da estética (uma horta bonita atrai um leque mais variado de moradores), a ênfase compulsória no contacto pessoal com todos os potenciais interessados (indivíduos, colectivos, escolas, junta,..) e a necessidade de prever questões logísticas e políticas que inevitavelmente surgem quando a horta cresce (a mais premente sendo o destino do terreno, pois mantém-se a ameaça do silo de automóveis).

Ainda houve tempo para ensaiar a adesão ao projecto Banco Comum de Conhecimentos, que pretende em breve montar um mercado de troca de conhecimentos no Centro Social da Mouraria. O espírito solidário devia ser contagiante pois houve uma chuvada de ofertas de conhecimentos desde como fazer seitan e tricô, passando por dicas de informática e como cuidar de hortas e jardins até como construir projectos de intervenção social e praticar arquitectura bioclimática. Para quem pretende aprender o body-piercing, este ofício também não faltou ☺.

O sol resolveu brindar os hortelões e seus convidados com a sua presença na conclusão das tertúlias, dando o mote para os pontos de programa mais lúdicos: a instalação ‘mundo perfeito’ pintada pelo público (o público menor de idade ficou mais pintado do que pintou..), a música ao relento, a limonada e a sangria.

Sentados na relva no ponto alto do terreno inclinado, de costas para os três pinheiros plantados pouco depois do 25 de Abril pelo então presidente da Junta (informação recolhida nas tertúlias), os resistentes dos cerca de 100 visitantes viram o sol desaparecer por trás dos prédios da cidade, enquanto de um cantinho remoto do terreno subia o som da orquestra de caixas, pedras e paus improvisada pelas crianças. E depois destes dias longos de trabalhar com as mãos e o coração, de subir e descer os caminhos de terra vezes sem fim, de pisar relva em vez de pavimento e de nos abrigarmos por baixo de árvores em lugar de tectos, ter uma horta a 10 passos do passeio e a 200 passos de casa, parece perfeitamente natural. Parece um direito.

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BCC en el blog we-make-money-not-art.com

June 13th, 2008 · No Comments

Artículo completo en inglés sobre Banco Común de Conocimientos a partir de una entrevista realizada por email a Platoniq.

http://www.we-make-money-not-art.com/archives/2008/06/-you-set-up-a-1.php

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Entrevista a Michael Linton

March 30th, 2008 · No Comments

Michael Linton, creador del mítico banco del tiempo LETSystem en los años ochenta, dedica uno de sus podcasts a contestar en directo a las preguntas de Platoniq sobre la realidad de los sistemas de moneda alternativa en la actualidad.

Graduado en Ciencias Económicas, programador, activo defensor y desarrollador de divisas comunitarias desde 1982, Michael Linton actualmente trabaja en proyectos relacionados con el Open Money (http://wildfire.communitycurrency.net).

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Procesos para instalar un super-nodo en el CCCB

March 19th, 2008 · No Comments

En la última semana se han iniciado conversaciones con Guifi.net, vía Efraín, Eduard y Roger, para montar un supernodo en un terrado del Centro de Cultura Contemporánea de Barcelona. Si todo cuaja además se llevaría a cabo un taller en el Mercado de Intercambios de Conocimientos de BCC de 18:00 a 20:00 horas los días 3, 4 y 5 de abril. El reto será primero conseguir que desde la institución nos den el permiso para instalar las dos antenas que se necesitan para enlazar con la red de Guifi.net: una que comunica con un nodo en el Raval y otra con un supernodo que está dirección al Tividabo.

En este taller se podrán observar las velocidades, inconvenientes, todo sobre enlaces reales y posiblemente se aprovecharía para hacer un demo con Asterisc (telefonía IP), ya que han habido algunas demandas de cómo montar una centralita telefónica de voz IP con software libre.

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Artículo sobre BCC en la web socialdesignsite.com

March 19th, 2008 · No Comments

http://www.socialdesignsite.com/content/view/165/

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29 de marzo: intercambios de conocimientos en un puesto del Mercado de San Antonio

March 11th, 2008 · No Comments

El día 29 de marzo de 11:00 a 18:00 horas llevaremos a cabo una actividad de intercambio de conocimientos en un puesto del Mercado de San Antonio de Barcelona. Hoy nos llegaba la confirmación del sr. Jordi Tolrà, jefe de comunicación del Institut Municipal de Mercats de Barcelona (IMMB). El mecanismo para conseguir este permiso se limitó ha enviarle un email explicando quienes somos, lo que vamos a hacer y la fecha y horas en las que se ocupará el sitio. Nada más. Tardaron un día en responder. Esta tarde hablaremos de la logística relacionada con esta nueva actividad en la reunión con los colaboradores a las 17:00 h.

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Algunos comentarios sobre la acción-sondeo en el mercado de San Antonio de Barcelona

March 8th, 2008 · No Comments

Esta mañana estuvimos un par de horas en el mercado de San Antonio hablando con tenderos y clientes. Aunque el sábado es el día de más clientela y estrés, no tardamos en hacernos con el ritmo del lugar. Después de unos paseos, tuvimos un mapa con algunas ofertas y demandas interesantes, casi todas, relacionadas con el entorno del mercado: cómo reconocer cuando un producto está fresco, cómo obtener un puesto en el mercado o en ferias itinerantes, cómo montar una cooperativa de consumo, cómo iniciar un huerto, etc.

También hablamos con un vecino bastante activo en asociaciones reivindicativas del barrio, que pedía información sobre los efectos de las antenas de telefonía móvil y los límites legales de las instalaciones. En esa linea él insistía en el sentimiento de impotencia ciudadana, se preguntaba cómo intervenir en planes de los ayuntamientos que afecten a su barrio, antes de que se decidan y ejecuten. No es la primera vez que acabamos en un debate sobre la misma incógnita: cómo sacar a la luz información pública, que en tantas ocasiones se mantiene enterrada por otras informaciones no tan relevantes o por procesos burocráticos que desaniman a cualquiera.

Antes de marcharnos, una tendera del mercado propuso que habláramos con el director para organizar intercambios de conocimientos en un puesto del mercado. La señora dejaba entre líneas que hay muchos puestos vacíos y que el negocio está de capa caída. Como la oficina del director se encontraba a pocos metros, decidimos probar.

Nos pareció interesante saber si es viable o no organizar actividades en tiendas vacías del mercado. Hace un año, una situación parecida desencadenó que iniciáramos una búsqueda de espacios públicos en Barcelona para organizar reuniones u otras actividades de BCC. De esa coyuntura surgieron las intervenciones en escuelas de primaria y secundaria. Tal vez esta anécdota en el mercado se transforme en un nuevo espacio a tener en cuenta.

Para nuestra sorpresa, conseguimos el permiso del director del mercado. Sin embargo, no podía ser tan fácil, para que la cosa cuaje, necesitamos también obtener el consentimiento del Jefe de Comunicación del Instituto Municipal de Mercados de Barcelona. Así que el lunes le llamaremos. En todo caso, será un buen ejercicio para averiguar cuál es el mecanismo para utilizar este tipo de espacios con fines comerciales y no comerciales.

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Acción-sondeo con postits en San Antonio

March 7th, 2008 · No Comments

Este sábado 8 de marzo a las 11:00 llevaremos a cabo una acción para recoger ofertas y demandas de conocimientos en el mercado de San Antonio de Barcelona. Partiremos de la entrada que da a la calle Borrell con Manso. La base es un juego muy simple: se anima a los transeúntes y trabajadores a escribir en postits de diferente color, qué les gustaría aprender y qué podrían enseñar. A continuación se pegan los papeles en una superficie dando a lugar a un mapa de posibles intercambios. Este juego, que llamamos tagueo social (social tagging), es útil tanto para explicar el proyecto de una manera lúdica, como para encontrar personas, que más allá de este primer acercamiento, quieran colaborar o proponer ofertas y demandas concretas a BCC.

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Presentación de BCC en la UB

March 4th, 2008 · No Comments

La Universidad de Barcelona organiza unas jornadas sobre investigación y educación en relación a nuevos formatos de producción de cultura contemporánea. En este contexto, presentaremos Banco Común de Conocimientos el día 5 de marzo de 14:00 a 18:00 horas.  Facultat de Formació del Professorat, edifici LLevant, aula MasterPasseig de la Vall d’Hebron 171

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